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Concórdia forma e exporta muitos talentos esportivos

Município fomenta equipes de base e possibilita futuro à atletas no exterior. Erick Nossal é um deles

Concórdia forma e exporta muitos talentos esportivos

Ser um atleta deve ser o sonho de grande porcentagem das crianças e adolescentes. Com o tempo, alguns despertam o potencial e passam a se dedicar. A maioria para no caminho, pois percebe que o gosto não pode ser levado como profissão. Mas alguns, seguem em frente e conseguem ir muito longe.

Concórdia tem visto cada vez mais histórias de atletas, nas mais variadas modalidades, que surgem, crescem e seguem suas caminhas longe daqui. Se falarmos especificamente do futsal, teríamos uma lista de nomes para apresentar, pois o município é celeiros de muitos potenciais. Erick Luiz De Carli Nossal, 17 anos, é um deles.

O menino despertou cedo o interesse pelas quadras. Começou a treinar com seis anos e logo surpreendeu familiares pela escolha da posição que gostava de atuar: goleiro. Passou pelas escolinhas da Ser Sadia, Apaca e Futsal Moleque e representou o município na equipes de rendimento. Foram praticamente 10 anos de treinos e sonhos, até que chegou uma oportunidade diferenciada: jogar no exterior. Sim. O menino por intermédio de seu primeiro professor e incentivador, Itamar Fornari, fez contatos com uma equipe da Itália.

Cidadania providenciada, tudo encaminhado para seguir seu sonho. Mas a pandemia impôs uma espera um pouco mais longa. O pai de Erick, Eriberto Luiz Nossal, conta que estava tudo pronto para ele e o filho irem para a Itália em 2020, mas isso só foi possível em junho de 2021.

Com contrato inicial de um ano, o jovem atleta seguiu para Sala Consilina, ao Sul da Itália, para atuar em uma equipe local. Sua última partida desta temporada foi na sexta-feira, e na próxima terça-feira, pai e filho estarão de volta a Concórdia. Todos torcem para que seja apenas um período de férias, mas a próxima temporada ainda não está acertada. Segundo o Eriberto, com cidadania e a experiência do último ano, fica mais fácil atuar novamente por lá ou pela Europa.

Por Edila Souza/OJ

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